Daily Archives:janeiro 29th, 2019

Coluna n° 5

Arte: Guto Delfino

Saudações azurras. 

“Expectativa x Realidade
Bom, falando em clássico, a expectativa das torcidas, já faz crescer o jogo em si. Até então, era o primeiro contra o segundo colocado na tabela.
A nossa rivalidade apresentada para o Estado e o Brasil. Intizicada de um lado e de outro. A brincadeira salutar, que desde que me entendo por gente, existiu.
O domingo chegou, com o tradicional calor do verão e o nosso melhor produto, no horário de gala de uma partida de futebol: 17 horas.
Escalações colocadas. Times definidos. A torcida fazendo a festa nas arquibancadas. Ainda falta a festa de antigamente, com muitas bandeiras, papel picado, talco ou farinha de trigo. Os tempos são outros, mas a rivalidade continua.
Sempre colocando o adendo: início de temporada, os times ainda não estão “na ponta dos cascos”, ainda procurando a melhor forma física e técnica, além do calor.
O clássico começou com os times se respeitando muito, tentando tocar a bola desde o setor defensivo, não “rifando”. Poucas oportunidades de ambos os lados. E o Avaí fazendo as melhores jogadas pela direita de ataque.
A melhor chance do primeiro tempo foi de Daniel Amorim, após uma boa jogada de ataque, pela direita, saiu o cruzamento e o atacante avaiano se enrolou com a bola, por causa da marcação e perdeu a oportunidade.
O segundo tempo começou igual ao primeiro, com muitos toques de bola no setor defensivo e o jogo muito lento.
Numa jogada despretensiosa, os donos da casa chegaram ao gol, que lhes daria a vitória na partida. Patrick foi levando a bola pelo meio, abrindo espaço e, na entrada da área, chutou, a bola pegou no zagueiro do Avaí, tirando o goleiro avaiano da jogada.
O Avaí, com um jogador a menos e o placar contrário tentou sair e criar jogadas, pela esquerda com Julinho, centralizou mais atrás Luan Pereira e João Paulo foi para a direita.
Pelo lado do adversário, continuou com duas linhas, uma de quatro, outra de cinco, pra dificultar as tentativas do Avaí.
E veio a ultima jogada da partida. Lançamento para Alex Silva, na direita de ataque, que chegou, em velocidade na linha da área,tocou primeiro que o defensor, que o abalroou. Pênalti não marcado pelo árbitro da partida, que mais uma vez, não foi muito bem. Bom, ele não marcou a falta máxima e o time da casa fez a festa, justa, para um clássico.
Agora o Leão voltará a campo na próxima quarta-feira, em Itajaí, diante do time do Marcílio, que voltou esse ano pra a elite do futebol catarinense. Jogar em Itajaí sempre foi difícil. E não será diferente dessa vez.
Um abraço a todos!”

Texto de Renatinho Pires .

Reclamar do que?


Saudações azurras. 
Nesta segunda-feira, o Avaí foi á Federação Catarinense de Futebol reclamar da atuação do árbitro do Clássico Rodrigo D’alonso Ferreira. 
O Clube contesta de dois lances ambos no fim do jogo: de um pênalti não marcado em cima do lateral direito Alex Silva em que foi derrubado na área pelo jogador do Figueirense e de uma agressão praticada pelo volante deles em cima do atacante da base Caio Paulista.
Os dois lances passaram despercebidos, mas vamos reclamar do que? Não jogamos nada, não chutamos no gol, aí a reclamação cai por terra, se tivesse maior volume de jogo, até concordaria, porém o jogo que praticou, menos…