Saudações azurras.
Neste dia 31 de dezembro, termina a Gestão Júlio César Heerdt à frente da presidência do Avaí Futebol Clube.
Uma gestão que prometia muito, que tinha bons preceitos de organização e austeridade na essência, mas reverteu abruptamente como se fosse de cabeça pra baixo e isso foi nefasto para o Avaí.
Destaco dois momentos que exemplificam esses momentos de mudança brusca de rota. Nos primeiros dois anos, os atos foram direcionados para a austeridade financeira, reestruturação administrativa culminando na Recuperação Judicial aprovada na primeira assembleia de credores, algo que nenhum presidente havia feito no Avaí, que é identificar a dívida real deixada pelas outras gestões do clube. Esse ponto foi muito elogiavel de quem acompanha o clube de perto.
Se o fora de campo estava bem, com a Recuperação Judicial feita, dentro de campo não obteve êxito e neste momento a gestão se perdeu, gastos e mais gastos com a justificativa da criação da nova Liga, contrariando os seus princípios ditos na eleição de 2021. Folha de três milhões de reais, jogadores ganhando 200 mil por mês, realidade que o Avaí NÃO SUPORTA PAGAR dentro da sua estrutura.
A verdade é que o Presidente Júlio não se cercou de pessoas capacitadas para gerir o Avaí e olha que foi avisado por funcionários diante desse fato segundo pessoal de lá de dentro, mas não ouviu.
A realidade é essa, o Avaí endividado com um saldo enorme de “esqueletos para pagar”, e sem expectativas de um futuro, tendo que mudar a sua estrutura para uma possível SAF.
Houve responsabilidade fiscal? Não sei, só o Conselho Deliberativo conseguirá descobrir. Só sei que o Presidente Júlio perdeu a mão.
Isso me causa uma decepção em todos os aspectos!




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