
Saudações azurras.
Neste domingo, a Seleção Brasileira foi eliminada na Copa do Mundo pela Noruega por 1 x 2 nas oitavas de final.
Bom, serei curto e sincero pelo que vi nessa competição mundial: essa eliminação não me deixa surpreso nem um pouco. Para começar, vou tentar separar a atuação de hoje com o restante da Copa.
A equipe comandada pelo técnico italiano Carlo Ancelotti até criou chances reais para mudar o cenário desfavorável como o pênalti perdido do volante Bruno Guimarães e a chance clara perdida pelo centroavante Endrick no início do segundo tempo, mas…
A verdade precisa ser dita nua e crua: vivemos em uma geração de jogadores sem protagonismo, sem chamar a responsabilidade para si, que pediu um ex-jogador em atividade onde mal atua no seu time achando que a sua magia vai voltar, ledo engano.
Aquele teatro apoteótico feito no Museu do Amanhã no dia 18 de maio para revelar a lista de convocação para o Mundial já deu mostras de que o futebol viria em segundo plano. Dito e feito.
Essa geração de jogadores carece de protagonismo, atletas que chamem a responsabilidade, que olhem para o seu redor e não apenas para si, já faz muito tempo que é assim.
E não vamos muito longe, olhem a Argentina, uma seleção que nunca se entrega, incansável, joga de forma muito competitiva e é a melhor Seleção da Copa. Porque? Todos os jogadores se doam em busca de um melhor rendimento, por isso é candidatissima a conquistar o torneio.
Enquanto nós não olharmos para um todo e não apenas para si, vamos ter um novo vexame daqui a quatro anos!
Arte: IA ChatGPT Guto Delfino



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