Saudações azurras.
Mais uma vez, jogando em casa e com três mil torcedores, o Avaí não espantou o fantasma de 2019 sendo derrotado para o Criciúma por 0 x 1.
Não dá, parece que alguém enterrou um sapo no Estádio da Ressacada parafraseando um vizinho de cadeira do Setor A chamado de “Galo Cinza” e olha que tá difícil ver uma vitória in loco no nosso estádio, viu? É impressionante!
E dizer que o Avaí jogou mal neste domingo seria uma falácia, pois criamos muitas oportunidades de gol, sobretudo no segundo tempo, teve bola na trave, defesas do goleiro adversário, mas gol, não saiu nenhum. Faltou muito pouco, mas um ditado muito popular no futebol sugere o seguinte: “se jogasse até amanhã de manhã, não faria gol nenhum” e infelizmente foi assim que o Avaí perdeu o jogo hoje.
Sobre o jogo em si, acredito que o treinador Augusto Inácio inventou um pouco ao escalar Capa como terceiro zagueiro e Leonan na ponta esquerda, mais o recém-contratado Vinícius Ferreira fazendo a estreia na ponta direita totalmente sem ritmo. Poderia ter colocado o zagueiro Eduardo Kundé de terceiro defensor, mas ele é o treinador.
Guto, o que fez o Criciúma? Só fez cera chancelado pelo árbitro “AMARRADOR” Diego da Costa Cidral, é esse adjetivo que este tipinho merece, ele parou muito o jogo e foi conivente com a atitude anti-desportiva do Criciúma, não dando cartão amarelo para os jogadores.
Foi só anti-jogo que vi na Ressacada neste domingo chuvoso em Florianópolis.





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