Saudações azurras.
Em tarde de lambança e provocações, o Avaí perdeu para a sempre dotada Chapecoense por 2 x 1.
Considero que o Avaí não jogou aquilo que pode jogar, foi um jogo muito espaçado e desatento do time comandado pelo técnico Claudinei, aliás nem parecia ser um jogo tão significativo envolvendo a liderança do campeonato, não sei explicar, faltou tudo.
O Avaí até tinha o controle da partida realizada em Itajaí, mas agredia muito pouco a equipe “mandante”, faltou aquele querer que eu sempre falo aqui, não é desmerecer o grau de aptidão nos últimos jogos, porém neste jogo não chega nem perto aquilo que foi demonstrado contra o Juventus e Figueirense.
No primeiro tempo, o nosso time oscilava no aspecto de movimentos, uma hora apertava a saída de bola do adversário e outra hora recuava para esperar, o que é normal, mas o timing foi errado, nunca pode recuar demais, tomando uma “pressão” desnecessária e o resultado dessa brincadeira? Tomamos o gol, numa bobeada da defesa avaiana que deixou o atacante da Chapecoense livre para abrir o placar.
Depois disso, o Avaí continuou tendo volume territorial, mas sem usar este aspecto para testar o goleiro adversário . Entretanto, o Avaí fez o gol de empate em um escanteio cobrado pelo Vinícius Leite e após o bate-rebate, Renato chutou a bola para as redes.
Em meio a isso, o árbitro Rafael Traci começou a amorcegar o time do Avaí, intimidando os jogadores e o técnico Claudinei, tirando do sério com palavras inapropriadas, e não é a primeira vez que ele faz isso, e o pior é que, segundo a comissão técnica avaiana, o delegado do jogo também usou palavras “anti-profissionais” para acalmar os ânimos, irritando ainda mais os profissionais.
No segundo tempo, o Avaí jogou demasiadamente, impondo dificuldades para a Chape, querendo virar o placar com as investidas pelo lado direito sob a batuta de Edilson e Vinícius Leite, mas novamente a tal arbitragem comandada por este cidadão paranaense que se banca de marchão, tentando intimidar os outros, mas é um … marca um pênalti insistente do zagueiro Betão que teria supostamente derrubado o atacante adversário, mas olhando o lance atentamente, Betão desvia primeiro a bola para depois houve o toque, numa clara roubada de bola.
Uma pergunta insólita que vem na minha cabeça: aonde vamos terminar de fragilizar a tal Chapecoense como se fosse a eterna “coitadinha”? Já chega! Basta nisso tudo! Igualdade já! Não podemos passar a mão na cabeça eternamente, mas vamos tocar a bola, todo jogo é essa Nóia de arranjar trambiques em prol deles.
O pênalti foi convertido e o Avaí não prestou mais com os nervos à flor da pele, sofrendo a primeira derrota na temporada.
Alô Federação Catarinense de Futebol, aonde vamos aguentar mais com esse despautério?




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