Saudações azurras.
O Avaí conheceu a sua primeira derrota em casa diante de mais de nove mil torcedores para o Juventude por 1 x 2.
Uma derrota em seus domínios sempre não é boa, ainda mais para um concorrente direto à fugir do rebaixamento, mas vamos reconhecer que o Juventude usou melhor a sua estratégia que foi agredir, usando a marcação para atrapalhar o principal setor do Leão, o meio de campo, bem como as laterais.
Além disso, teve dois aspectos importantes que “mataram ” toda a estratégia avaiana em relação ao desenvolvimento do jogo. Primeiro, a saída prematura do atacante Muriqui com um desconforto muscular logo no primeiro tempo e o técnico Eduardo Barroca colocou Rômulo, opção que mais tarde notou uma disparidade no âmbito da qualidade. Pra ser franco, Rômulo está fora de sintonia e infelizmente prejudicou o andamento do jogo.
E segundo, o árbitro Douglas Marques das Flores amarrou muito o jogo, travando com faltas em sequência, aspecto que o novo coordenador da arbitragem da CBF Wilson Luiz Seneme abomina, ele quer fluir o jogo, mas parece que os seus subordinados não cumprem.
Voltando ao jogo, o Juventude abriu o placar e logo na sequência o atacante Guilherme Bissoli empatou com chute de primeira, mas o clube visitante estava mais bem distribuído, levando perigo ao goleiro Douglas.
No segundo tempo, o Juventude ficou com dois jogadores a menos com expulsões que o VAR orientou, mas o Avaí não conseguiu ter calma para rodar a bola e criar jogadas, até criou com William Poktter e Arthur Chaves, porém não conseguiram fazer os gols.
Foi uma derrota muito dolorida, até porque teremos dois confrontos fora de casa na sequência, mas tem a semana inteira para planejar.
Por que não fazer “um crime” lá em Curitiba contra o Athletico?






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