Ficamos, mas não gostei do espírito

Foto: Rute Delfino

Saudações azurras. 
Cerca de 6.400 torcedores assistiram o empate do Avaí com o CRB por 1 x 1 e se garantiu na Série B de 2024.
Leitor e leitora, o que importa é que conseguimos a permanência depois de um ano sofrido. O ano de 2023 prometia algo grandioso por conta do Centenário do Avaí, mas as coisas não deram certo no futebol e a briga contra o rebaixamento foi a realidade, porém vamos deixar isso para os próximos posts.
Sobre o jogo, vimos a mesma tônica das últimas partidas com o predomínio do time avaiano no primeiro tempo, criamos pelo menos três oportunidades de gol com dinâmica nos passes, era pra ter feito dois gols além do tento marcado de pênalti com o centroavante Gabriel Poveda.
Sobre o pênalti, eu vi a bola bater no braço do defensor adversário antes de o VAR, eu disse ao meu pai que o árbitro iria marcar a penalidade máxima. Dito e feito. Gabriel Poveda concluiu com perfeição. 
No segundo tempo, o rendimento do time avaiano foi muito abaixo do aceitável, parece que desistiu da partida, o meio de campo simplesmente deixou de jogar. O técnico Eduardo Barroca demorou muito tempo para trocar as peças “cansadas “, não dá pra conceber como um jogador se esgota com 50 minutos de partida. 
Foi neste período que o adversário fez o gol de empate e o nosso treinador ainda tentou renovar as forças com Felipinho, Andrey, Gaspar e Modesto, tivemos oportunidades de gol, mas não concluímos com eficácia.
Sinceramente, não gostei do espírito desleixado do nosso time no segundo tempo, tem que lutar pela vitória até o fim e não amorcegar como foi ontem. 
A veia matriz do Avaí é lutar até o fim! Tem que cobrar isso! O que importa é que ficamos! 

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