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Abre o olho, Avaí!

Saudações azurras. 
Pela semifinal do Campeonato Catarinense, o Avaí vai encarar a sensação da competição, o Santa Catarina, neste sábado. 
O elenco avaiano finalizou a curta preparação de apenas dois dias onde acredito que o foco da comissão técnica foi o de recuperar a parte física dos jogadores. 
 A equipe comandada pelo técnico Enderson Moreira precisa se preparar muito bem mesmo, pois esta partida será osso duro de roer, o adversário está jogando o fino da bola principalmente do meio de campo para frente e ainda não perdeu em casa neste Campeonato. 
Será uma batalha e o Avaí precisa abrir o olho!

Alef precisa melhorar e muito

Foto: Sabrina Tavares/Avaí F.C.

Saudações azurras.
No Clássico, o atacante Alef Manga foi a grande surpresa da noite e marcou o seu primeiro gol vestindo o manto sagrado.
Porém, o seu rendimento ainda está muito abaixo daquilo do que ele pode render, parecia travado em sua dinâmica de corrida, mas o grande erro foi perder o pênalti que faria o 2 x 0.
Sendo sincero, a determinação para bater o pênalti não me entra ainda, pois ele não é o cobrador oficial do time, o real cobrador de pênalti é o volante João Vitor, que sempre treina e o técnico Enderson Moreira não se posicionou na hora, a minha indignação é essa. O treinador deveria se posicionar, ter comando na situação.
Enfim, Alef precisa melhorar e muito a sua mecânica de corrida para ajudar o Avaí na sequência da temporada. 

Catarinense – quartas de final

Arte: Leandro Boeira

Saudações azurras. 
Confira abaixo os resultados das quartas de final do Campeonato Catarinense 2025:

Brusque 0 x 0 Chapecoense – nos pênaltis 4 x 5 para a Chapecoense;
Criciúma 0 x 0 Joinville ‐ nos pênaltis 7 x 8 para o Joinville;
Santa Catarina 2 x 0 Marcílio Dias;
Avaí 1 x 1 Figueirense – nos pênaltis 4 x 2 para o Avaí.

Os confrontos das semifinais ficaram assim (em jogo único):
Sábado – Santa Catarina x Avaí – às 17h45;
Domingo – Chapecoense x Joinville – às 17 horas. 

Quer sofrimento? Chama o Avaí!

Fotos: Marcos Delfino

Saudações azurras.
Com um grande público na Ressacada, o Avaí está na semifinal do Campeonato Catarinense após empatar com o seu principal adversário, o Figueirense, por 1 x 1 e vencer nos pênaltis (4 x 2).
O técnico Enderson Moreira adotou uma escalaçăo que sinceramente me surpreendeu, não pela formação com o esquema 4-3-3, mas sim pelas escolhas que ele fez. A escalaçăo foi a seguinte: César, Jonathan Costa, Pedrão, Eduardo Brock e Mateus Quaresma; Zé Ricardo, João Vitor e Marquinhos Gabriel; Thayllon, Alef Manga e Hygor. 
Foi um jogo tenso, bastante disputado onde ninguém se sobressaiu durante os 90 minutos. Acredito que nos primeiros trinta minutos, nós estávamos com somente 8 jogadores de linha, tanto Marquinhos Gabriel quanto a surpresa da noite Alef Manga estavam completamente fora do jogo, desligados em relação à dinâmica do time como um todo, o que num Clássico pode pesar, por esta razão finalizamos somente aos 40 minutos da etapa inicial com Marquinhos Gabriel. Na minha visão, faltou um pouco de profundidade para fazer a defesa adversária ir pra trás. 
Na etapa final, começamos mais acesos e num passe de Marquinhos Gabriel, a surpresa da noite, Alef Manga marcou o seu primeiro gol com o manto sagrado. E olha que o Leão teve oportunidade para ampliar o placar antes mesmo do pênalti e não conseguiu concluir. 
Pouco depois dessas oportunidades, o Avaí teve a grande chance para simplesmente matar a partida, o pênalti bem assinalado pelo árbitro Gustavo Ervino Bauermann, penalidade em cima do atacante Thayllon e vai uma bronca para o nosso treinador. Ele sabe muito bem quem costuma bater e não é Alef Manga quem o principal batedor e nessa hora, o dedo do treinador precisa imperar para definir quem bate e não, ficar estático no banco de reservas, é mostrar a sua autoridade, o que ele não fez. 
Eu falei para o meu pai assim que Alef Manga pegou na bola, ele não iria marcar. Dito e feito. O técnico sabe muito bem que João Vitor é o principal batedor, porque não mostrou a sua autoridade? Alef perdeu o pênalti e o adversário veio pra cima, sinceramente não dá para entender a passividade do treinador a partir deste momento, parecia imóvel na área técnica. 
Nos últimos quinze minutos, só deu Figueirense e o empate ficou inevitável. A sorte de Enderson foi que ganhamos nos pênaltis e levou uma sobrevida para a semifinal.
Cuidado com o Santa Catarina, hein! 

Arbitragem para o Clássico

Arte: Leandro Boeira

Árbitro: Gustavo Ervino Bauermann – FCF 
Assistente n° 1: Éder Alexandre – FCF
Assistente n° 2: Clair Dapper ‐ FCF 
4° árbitro: Fernando Henrique de Medeiros Miranda – FCF 
5° árbitro: Gianlucca Perrone de Vasconcellos – FCF 
VAR: Héber Roberto Lopes – FCF 
Assistente do VAR: Hélton Nunes – FCF