Saudações azurras.
Terminada a temporada de 2023, é hora de avaliar o trabalho daqueles que vestiram o manto sagrado.
É fácil avaliar que o ano não foi bom, acredito que a aposta em Alex não foi feliz, houve muita expectativa em relação ao trabalho do ex-camisa 10 para pouco retorno, muita teoria para pouca eficácia, o que trouxe a eliminação na Copa do Brasil.
E acredito que a sua demissão foi muito tardia, pois nos bastidores a relação entre a Comissão Técnica e os jogadores era péssima, o comportamento do treinador não era condizente com a função que ocupava.
E a partir daí, houve dois executivos de futebol (André Martins e Eduardo Freeland) e três técnicos (Marquinhos Santos/Fabrício Bento, Gustavo Morínigo e Eduardo Barroca) com duas reconstruções no meio da temporada, que acredito que pesaram para o insucesso da equipe.
Ao todo, foram 59 partidas e a conquista de 19 vitórias em quatro competições, abaixo da média para um time que fez 100 anos.
São erros que podem retornar de lição para a Diretoria e Departamento de Futebol traçar um planejamento melhor para a temporada 2024.
Reitero o que eu falei na semana passada que confio em uma reviravolta para a próxima temporada, os dirigentes estarão mais preparados no mundo do futebol e irão montar um time competitivo para lutar nas competições.