Saudações azurras.
Na derrota contra o Juventude, o técnico Gustavo Morínigo usou o esquema 3-4-3 e teve os seus altos e baixos.
Repito que não assisti a partida na íntegra, mas pude perceber nos melhores momentos que faltou sustentação entre a linha de zaga e os volantes, permitindo que o Juventude tivesse o domínio do jogo e, consequentemente, criasse as melhores oportunidades de gol, tendo no veterano meia Nenê o seu principal articulador, sendo o maestro da vitória.
O que faltou para estrancar? Faltou mais jogadores no meio de campo para equilibrar as nuances do jogo e um maior entrosamento da linha da zaga, que se notou um pouco perdida, principalmente no primeiro tempo.
E os pontos positivos? Tivemos mais oportunidades de gol em termos oportunidades, fizemos dois gols, mostrando reação para igualar, mas no fim perdemos.
Para usar o esquema 3-5-2 ou 3‐4‐3, tem que treinar muito para ter a consistência necessária para não haver espaço entre os zagueiros e especialmente pelos lados com o objetivo de neutralizar os possíveis espaços que o adversário tanto quer.
Para jogar nesta forma, é preciso ter mais um jogador no meio para sustentar os dois lados, tanto ofensivamente quanto defensivamente, formando o 3-5-2, e ter dois alas para atacar.
Gosto muito desse estilo, porém é preciso ter muito treino para ficar redondo!







