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2 x 1: Se não fosse o primeiro tempo…

Foto: Assessoria de imprensa do Avaí F.C.

Saudações azurras.
Jogando dois tempos distintos, o Avaí acabou sendo derrotado pelo Athletico Paranaense fora de casa por 2 x 1.
Classifico a atuação do Leão como mediano para baixo. Até começou bem com uma pressão na saída de bola do adversário com William Poktter, muito boa por sinal, não deixando que as linhas se adiantassem para pressionar o nosso meio de campo e fizesse o seu jogo.
Só que o time comandado pelo técnico Eduardo Barroca acabou recuando e dando espaço para a criação de jogadas pelo lado direito, não aproximou as linhas, era tudo o que o Furacão rubro-negro queria e conseguiu abrir o placar em um pênalti.
O zagueiro Arthur Chaves botou o braço na bola dentro da área, infelizmente o braço estava aberto e o árbitro não teve o que fazer senão marcar pênalti. O adversário abriu o placar.
Depois do gol, o nosso time ficou perdido em relação à estratégia com muitos erros de passes e houve um momento de que não havia bloqueio e o goleiro Douglas teve que salvar, mas o segundo gol foi um balde de água fria para as pretensões da equipe manezinha, mesmo porque se virasse o primeiro tempo em 1 x 0, havia tempo para que o treinador pudesse fazer uma estratégia, mas não…
Já na segunda etapa, Barroca fez alterações certas em relação às características como o volante Matheus Galdezani fazendo a sua estreia, mas eu não tiraria Eduardo, que vinha executando uma boa partida, Raniele era o nome para sair, pois atuou abaixo da média. 
Logo no início, começamos muito bem e em uma jogada, Dentinho foi derrubado dentro da área e o árbitro marcou pênalti para o Avaí, só que William Poktter teve duas chances para converter. 
Na primeira tentativa, ele arriscou uma cavadinha que o goleiro adversário espalmou, infeliz por sinal, mas para sorte dele o defensor do Athletico o derrubou e o árbitro marcou outra penalidade máxima que William não perdoou. 2 x 1.
E os outros 40 minutos finais, o Avaí foi pra cima, porém não deu aquele calorão no Furacão, não teve aquele chute capaz de tirar “uhhhh” da torcida avaiana.
Em resumo: não jogamos bem, mas quase roubamos um ponto. Se não fosse o primeiro tempo…

Arbitragem para Athletico-PR x Avaí

Arte: Guto Delfino

Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza -SP
Assistente n° 1: Marcelo Carvalho Van Gasse – SP
Assistente n° 2: Miguel Cataneo Ribeiro da Costa – SP
4° árbitro: Cristian Eduardo Gorski da Luz – PR
VAR: Pablo Ramon Gonçalves Pinheiro – RN
Assistente do VAR: Flavio Gomes Barroca – RN

Concentração ao máximo

Arte: Vinicius de Oliveira

Saudações azurras.
Neste domingo, o Avaí encara o Athletico Paranaense fora de casa para buscar a sua reabilitação no Campeonato Brasileiro. 
Jogar na Arena da Baixada sempre é difícil, o adversário pressiona em todos os momentos, ajudado pela sua torcida, que incentiva os seus jogadores para conquistar o resultado. Por esta razão, o Leão precisa ter a máxima concentração dentro de campo e além disso, jogar compacto nos setores para não deixar espaços com o objetivo do Furacão não fique à vontade e faça o seu jogo. 
Leitor, entenda que jogar compacto não é fazer retranca, muito pelo contrário, ser compacto é ocupar os espaços para criar dificuldades para o adversário seja na defesa e seja no ataque e não pode se acovardar dentro de campo.
Para este jogo, o técnico Eduardo Barroca não terá quatro jogadores (três titulares): o zagueiro Bressan e o atacante Muriqui, que estão lesionados. Além deles, o atacante Guilherme Bissoli não pode jogar por pertencer ao Athletico, é um acordo entre os clubes. E para fechar os desfalques, o meia Jean Pyerre foi vetado pelo Departamento Médico por uma lesão na coxa (pra mim, é muito estranho acontecer antes da viagem).
Com todos esses desfalques, o provável time titular deve ser Douglas, Kevin, Arthur Chaves, Rodrigo Freitas e Bruno Cortez; Raniele, Bruno Silva e Eduardo; Morato, Dentinho e William Poktter. 
Bom, os desfalques preocupam em relação ao conjunto do time, mas se jogar agrupado em todos os setores (defesa, meio de campo e ataque) e ser incisivo nas chances criadas, podemos obter um bom resultado em terras paranaenses.

Confira abaixo a lista dos relacionados para a partida:

Foto: Twitter Oficial do Avaí F.C.

É o ponto nevrálgico: o início

Foto: Augusto Delfino/Taticalpad

Saudações azurras. 
Nesta sexta-feira, o técnico Eduardo Barroca concedeu entrevista coletiva antes da partida contra o Athletico Paranaense.
Na entrevista, o treinador tocou em um ponto que considero nevrálgico para a conquista de um bom resultado em terras paranaenses: o começo da partida.
O adversário tem o hábito de amassar os seus oponentes logo no início e o Leão precisa ter um antídoto para minimizar esse poderio, que é valorizar a posse da bola.
Respeito as possíveis escolhas de Barroca, mas entendo que um pouco de criatividade no meio de campo poderia ser este antídoto. Na minha opinião, manteria a trinca de volante para dar sustentação, mais o meia Marcinho centralizado para armar as jogadas e colocaria dois pontas (Morato e William Poktter) para ser o desafogo, principalmente no primeiro tempo.
O posicionamento pode parecer diferente, mas buscaria algo surpreendente para impor dificuldades ao Athletico Paranaense e conseguir a vitória 

Dupla de zaga jovem

Foto: Site Oficial do Avaí F.C.

Saudações azurras.
O Avaí deve ter dupla de zaga jovem para o jogo contra o Athletico Paranaense.
É que o defensor mais experiente, Bressan, tem um incômodo no adutor da coxa e não participou das últimas atividades, sendo dúvida para o compromisso de domingo fora de casa.
Nos treinos, o técnico Eduardo Barroca tem utilizado o recém-contratado Rodrigo Freitas (foto) entre os titulares e poderá estrear com o manto sagrado.
Bressan tem o toque da experiência, mas para este jogo, é preciso ter velocidade e poder de reação para combater os ataques atleticanos, aspecto que pode dar certo.

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