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2 x 0: Vitória cirúrgica

Saudações azurras. 
O Avaí fez o seu dever de casa na tarde desta quarta-feira onde venceu o Operário de Ponta Grossa por 2 x 0.
Não vou dizer que o Avaí jogou bem, mas foi muito cirurgico na sua estratégia para fazer com que o Fantasma Paranaense tivesse a posse de bola com o objetivo de marcar adiantado, lá perto do goleiro adversário, a dinâmica deu super certo com a pressão de Rômulo e Valdivia no goleiro, a bola sobrou para Pedro Castro, é justo dizer que no lance Daniel Amorim estava impedido, mas o bandeirinha não deu e Pedro Castro fez o gol.
O Avaí continuava deixando o Operário com a posse de bola, porém fechou todos os espaços e assim que roubava a bola, contra-atacava com perfeição tendo o meio de campo como figura protagonista e assim Arnaldo cruzou na medida para o centroavante Daniel Amorim fazer o segundo gol. 
Tudo isso no primeiro tempo, já na segunda etapa o time comandado por Geninho só administrou a partida obtendo a sua segunda vitória consecutiva. 
O Avaí está se reerguendo aos poucos, e isso é fundamental!

Arbitragem para Avaí x Operário

Arte: Guto Delfino

Árbitro: Douglas Schwengber da Silva – RS
Assistente n° 1: André da Silva Bitencourt – RS
Assistente n° 2: Maurício Coelho Silva Penna – RS
4° árbitro: Fernando Henrique de Medeiros Miranda – SC

Confronto difícil

Arte: Vinícius de Oliveira

Saudações azurras. 
Hoje, em horário atípico, o Avaí recebe o Operário de Ponta Grossa pela sétima rodada da Série B. 
É um confronto muito complicado e perigoso, pelo fato de que o adversário vem fazendo uma excelente competição entre os primeiros, e possui uma equipe certinha do ponto de vista tático, por esta razão o Avaí deve ter todo cuidado possível para impedir e criar antídoto para fazer a vitória.
A tendência é que o técnico Geninho repita o time que venceu o Oeste de Barueri na última partida. 
Acredito que o Avaí terá que jogar muito mais do que vem demonstrando, o papel do meio de campo composto pelo Ralf, Jean Martin e Pedro Castro será fundamental para marcar e exercer a criação de jogadas com o objetivo de fazer com que o ataque renda o máximo possível, isto é, marcar gols. 

Parabéns meu Clube

Foto: Site Oficial do Avaí F.C. 

Saudações azurras.

“O Avaí Futebol Clube comemora mais um ano de vida em sua longa trajetória de glórias e conquistas no futebol catarinense e brasileiro neste dia 1º de setembro de 2020. Ao chegar aos 97 anos de existência, consolidado em sua gestão e com o objetivo de voltar à elite do futebol nacional, o clube busca a união de todos os avaianos para superar os momentos difíceis com a Pandemia do coronavírus, que impôs à população mundial limitações nunca antes imaginadas.

Com o apoio da maior e mais apaixonada torcida de Santa Catarina e um patrimônio valioso, a semente plantada pelo seu fundador Amadeu Horn em 1923, gerou uma trajetória de histórias e conquistas que só orgulham o seu torcedor. O Avaí segue firme em seus objetivos, mostrando grandeza, uma marca consolidada no país e sendo um grande exemplo de gestão.

O presidente Francisco José Battistotti quer o Avaí de novo na Série A. Para tanto, não mede esforços para que isso aconteça ao logo da temporada, o principal objetivo deste ano. “O projeto vem sendo trabalhado com cuidado em um momento conturbado pela Pandemia, mas dentro dos nossos objetivos estratégicos. Principalmente para que o Avaí retorne à Série A, com estrutura administrativa e financeira estabilizada”, enfatizou Battistotti.

A Pandemia do Coronavírus inibiu a realização de atividades programadas para este dia tão especial em virtude da necessidade de distanciamento social. Por isso, a programação foi bastante alterada. A Nação Avaiana sabe que é preciso muita reflexão neste momento. Comemorar mais um ano de vida em nossa história, sem deixar de refletir o atual momento. O clube sempre soube trabalhar interna e externamente para ajudar a comunidade a passar pela crise e a contribuição tem sido fundamental.

Como tudo começou…

O Avaí é o time da Raça, “da ilha formosa e cheia de graça”. Uma linda história que teve início em 1923 quando um grupo de garotos que costumavam jogar bola na Rua Frei Caneca, no bairro Pedra Grande (atual bairro Agronômica), conheceu o comerciante Amadeu Horn, apaixonado por futebol.

Foi a realização de um sonho para os meninos, que ganharam um conjunto completo de “ternos” como eram chamados os uniformes na época. As cores azul e branca foram escolhidas em homenagem ao clube de remo Riachuelo, cujo nome originou da Batalha do Riachuelo, em 1865.

O nome Avaí surgiu depois de uma reunião com a presença de Arnaldo Pinto de Oliveira. Ele influenciou o grupo de rapazes que já tinha decidido pelo nome “Independência” e propôs Avahy, em referência à Batalha do Avahy, guerra travada junto ao arroio de mesmo nome, em território paraguaio, em dezembro de 1868, entre as forças da Tríplice Aliança (Brasil, Uruguai e Argentina – com a ajuda da Inglaterra) e as do Paraguai. Neste momento, todos apoiaram a ideia e começaram a gritar Avahy, Avahy, Avahy! Entusiasmada e convicta, teve início a história cheia de vitórias e conquistas do então Avahy Foot-ball Club.

Ao longo de sua história, o Avaí se transformou no time da raça. O hino do clube composto pelo ex-presidente Fernando Bastos e o músico Luiz Henrique Rosa traduz o sentimento de orgulho do torcedor, o time da ilha formosa, cheia de graça. “É povo é gente, é bola pra frente, é só coração o meu Avaí”.

O time que é o Leão da Ilha, na criação de Olímpio Silva, e que já nasceu campeão, tem um passado que não dá para esquecer. Mas como diz o nosso querido e saudoso Fernando Bastos, o Avaí tem um encontro marcado com os seus dias de glória e a ordem é vencer, vencer.”

Fonte: Site Oficial do Avaí F.C 

Deu outra dinâmica

Foto: Site Oficial do Avaí F.C.

Saudações azurras. 
No jogo contra o Oeste de Barueri, o volante Jean Martin foi a grande novidade do técnico Geninho. 
O jovem jogador foi muito bem dando consistência necessária para que o meio de campo pudesse marcar e também para criar chances de gol.
Aspecto que o então titular Bruno Silva não estava realizando com êxito, Jean exerce bem aquele papel de “motorzinho”, volante que marca, dá consistência e inicia a criação de jogadas. 

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