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Coluna nº 47

Foto: Divulgação / Avaí F.C.

Arte: Guto Delfino

Saudações azurras.

“O Jogo, O Resultado e o VAR

Olá amigos do Blog do Guto e do Portal da Ilha, mais uma partida envolvendo o Avaí que vamos comentar um pouco a respeito.

Os dois times bem pressionados pela posição na tabela e tentando fugir o quanto antes dessa posição. O Avaí veio com mudanças em relação ao último jogo, entrando Douglas, Mosquera e João Paulo, pra ter um pouco mais de qualidade na distribuição das jogadas e uma marcação mais forte na frente da zaga foi o que pensou o técnico Alberto Valentim.

O CSA, do Argel, tinha o objetivo de dar a bola ao Avaí e ter os contra ataques, com jogadores rápidos, do meio pra frente. Aliás, os dois times não têm essa característica de propor o jogo, esperam mais o adversário e sair em velocidade.

A primeira oportunidade foi do Avaí, com Igor Fernandes chegando até a linha de fundo e cruzando para trás, a bola bateu num defensor do time alagoano e o goleiro Jordi pegou, no reflexo.

Já a primeira chance dos donos da casa, resultou em gol. Jogada pela esquerda e Bustamante recebe, carrega a bola e cruza a meia altura, com força, no segundo pau. Betão não consegue desviar e Ricardo Bueno se deslocou e tocou para o fundo das redes de Vladimir.

O Avaí seguia com mais posse de bola, tentando criar espaços e oportunidades e o CSA esperando para sair no espaço vazio deixado pelo Leão da Ilha, principalmente através de Apodi, que Argel tem colocado no meio campo e até no lado esquerdo de ataque em alguns jogos.

No segundo tempo o Avaí veio com o objetivo de chegar ao empate, e ele veio logo aos 2 minutos, depois de um cruzamento do lado direito a bola chegou até o lateral Léo, que se atrapalhou no chute, que acabou sobrando para Jonathan, empatando a peleja.

Os donos da casa voltaram a ter que sair para o jogo e dar espaços para o time avaiano, que conseguia até definir, mas não acertava a meta do goleiro Jordi.

Aos 21 minutos veio o lance que mudou e acabou com a partida A bola foi alçada na área e na disputa de bola Léo colocou a mão nas costas de Ricardo Bueno, para saber onde estava. O atacante do time alagoano, sentindo a mão do adversário se jogou, de forma descarada, para levar a arbitragem na conversa. O árbitro, muito bem colocado, deixou o lance seguir, não tendo convicção de penalidade máxima, mas quando a bola parou, o responsável pelo VAR o chamou para relatar possível lance de pênalti. E o mais incrível aconteceu. O árbitro foi até a cabine de TV do VAR, para revisar o lance, que ele mesmo achou que não havia sido nada e acabou por colocar na marca, deixando os jogadores avaianos nervosos e indignados. Pelo gesto do árbitro, ele dizia que havia tido o empurrão, que na imagem NÃO TEM. É claro que depois o todo poderoso fica esperando alguma reação dos atletas para dar um cartão amarelo, pois ele não pode ser questionado. E não pode por quê? Desde que seja de forma educada, vale o questionamento, sim.

Outra coisa, a intromissão do árbitro de vídeo, em lances interpretativos, está além da conta, inclusive atrapalhando a decisão do árbitro de campo. Não tira o seu erro, que no final das contas, será ele quem decidirá. Mas e o prejuízo dos clubes, atletas, diretoria, torcida, etc. Quem pagará?

Óbvio que sabemos que a tecnologia veio para ajudar a diminuir os erros. Só que agora tem a chancela do VAR para dizer que acertaram. Mas continuam e continuarão errando.

O chefe de arbitragem deu palestra nos clubes falando da tecnologia, e dos jogadores terem respeito aos árbitros. Falou da diminuição dos erros nos jogos do Brasileirão. Concordo? Mas tem que ter a reciprocidade. E os caras estão conseguindo brigar com a imagem. Daí é difícil.

Depois da cobrança do pênalti, o técnico do Avaí fez as alterações, para tornar o time mais ofensivo e novamente empatar o placar. Claro que se abriu e deu mais espaços para os donos da casa ampliarem. Era o risco. E aconteceu. Numa saída do zagueiro pelo meio, a bola sobrou para Apodi, em velocidade, chegar até a entrada da área e tirar do Vladimir, que não tinha muita coisa a fazer. Estava feito: CSA 3 a 1 Avaí. E mais uma derrota.

O que fazer? Reclamar? Botar a boca no trombone? Vai adiantar? É capaz ainda do time ficar visado pelos árbitros, por terem reclamado. Cabe ainda falar da FCF, que tem que estar junto dos seus filiados, nos jogos do fora de casa. Fizeram uma nota de repúdio. O Trabalho a ser feito tem que ser de estar presente. Prevenir e não remediar.

O Avaí não terá muito tempo para lamentações. Quinta-feira já terá o Vasco, do Pofexô, ás 19h15min, na Ressacada. E só a vitória interessa.

Um abraço a todos!

 

Ficha Técnica

CSA 3 x 1 Avaí

Local: Estádio Rei Pelé – Maceio (AL)

Competição: Campeonato Brasileiro – Série A

Data: 06/10/2019

Árbitro: Anderson Daronco – FIFA RS

Assistente 1: Rafael da Silva Alves

Assistente 2: Elio Nepomuceno de Andrade Junior

Árbitro de vídeo: Wagner Reway – FIFA PB

CSA – Jordi; Apodi, Alan Costa, Luciano Castán e Carlinhos; Naldo, Dawhan e Jonatan Gomez; Bustamante (Jean Kléber), Ricardo Bueno (Alisson Safira) e Bruno Alves (Warley). Técnico: Argel Fucks

Avaí – Vladimir; Léo, Ricardo, Betão e Igor; Mosquera (Vinícius Araújo), Richard Franco (Matheus Barboza) e Douglas (Brener); Caio, Jonathan e João Paulo. Técnico: Alberto Valentim”

Texto de Renatinho Pires.

3 x 1: Valentim e VAR = nota 0

Saudações azurras. 
Na noite deste domingo, o Avaí acabou sendo derrotado por dois adversários: CSA e a arbitragem/VAR pelo placar de 3 x 1.
Considero que o Avaí jogou mal, o conjunto do time, seja jogadores e comissão técnica, não reconheceram a importância do confronto para a reta final do Campeonato, alguns  jogadores foram muito individualistas, parece que não tem nenhum conjunto para mudar o panorama, aspecto que recai na responsabilidade do técnico Alberto Valentim, que reconhecidamente é o pior treinador que já passou pelo Avaí nos últimos tempos. 
Essa equipe não tem nenhuma jogada ensaiada para mudar a situação e ainda aconteceram falhas individuais que facilitaram a Vitória dos mandantes, no primeiro gol, Betão falhou não antecipando a Ricardo Bueno na cabeçada. 
O Leão só tem a estrela do garoto Jonathan, que empatou o jogo no começo do segundo tempo, e foi só.
Para piorar, o VAR protagonizou um lance bizarro. Em um lance envolvendo o lateral direito Léo, que encostou a sua mão nas costas do atacante do CSA, na primeira impressão, o árbitro Anderson Daronco seguiu o jogo analisou como lance casual, não interpretando a situação como pênalti, mas e o VAR?
A verdade é que estão superestimando a importância do VAR, esse dispositivo veio para auxiliar e não para comandar a arbitragem, como estão fazendo atualmente. Olhem para a Inglaterra, lá é sucesso com atuação mínima no jogo em si.
Eis que o VAR chamou e depois da conferência, Daronco deu o pênalti e simplesmente acabou com o jogo. O CSA fez o segundo e o terceiro gol.
Antes que me esqueça, a bronca é com o VAR, mas Seu Alberto Valentim ajudou empilhando atacantes no final sem nenhuma organização, a culpa é dele, registre-se isso!
E ainda estão falando em renovação? É pracabá!
Não acredito mais!!!

Série A – Azulão x Leão

Arte: Vinícius

Saudações azurras.
É uma final de Copa do Mundo, como diriam os boleiros, em que o Avaí precisa vencer de qualquer jeito para continuar com chances de permanecer na Série A. 

Fique de Olho no Apito

Arte: Guto Delfino

Árbitro: Anderson Daronco – RS 
Assistente n° 1: Rafael da Silva Alves – RS 
Assistente n° 2: Elio Nepomuceno de Andrade Júnior – RS
4° árbitro: José Reinaldo Figueiredo da Silva Filho – AL
VAR: Wagner Reway – PB
Assistente do VAR n° 1: Jonathan Benkenstein Pinheiro – RS
Assistente do VAR n° 2: Oberto da Silva Santos – PB

20° Coluna TDO

Arte: Guto Delfino

Saudações azurras.
O Centro Sportivo Alagoano será o assunto da Coluna Tô de Olho de hoje.
Conhecido como o Marujo Azulão, o clube fundado em 1913 na cidade de Maceió, capital do estado de Alagoas, na Região Nordeste do Brasil, ocupa a décima-oitava colocação do Campeonato Brasileiro da Série A, com dezenove pontos conquistados, sendo que a campanha possui quatro vitórias, sete empates e onze derrotas. O aproveitamento é de 28,8%.
Para o jogo contra o Avaí, o técnico Argel Fucks não terá o meia Euller, que sentiu a panturrilha nos treinamentos da semana. 
Assim,  Argel deve mandar a equipe no esquema tático 4-2-3-1 com Jordi, Dawan, Luciano Castan, Alan Costa e Carlinhos; Naldo, João Vitor, Jonathan Gomez, Apodi e Bustamante; Ricardo Bueno.
Conhecemos o estilo Argel de trabalhar, é um time elétrico dentro de campo, com forte intensidade, que agrupa as suas jogadas em transição defesa-ataque sendo que os pontas (Apodi e Bustamante) são laterais de origem possibilitando um alongamento no seu campo ofensivo, criando as jogadas para que o centroavante Ricardo Bueno possa finalizar no gol.
Como ponto fraco, destaco a falta de marcação na entrada da área azulina, possibilitando chutes de média distância frente à meta do bom goleiro Jordi.

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