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A parte física atrapalhou

Foto: Site Oficial do Avaí

Saudações azurras. 
Pelas redes sociais, o Avaí anunciou em comum acordo o desligamento do meia André Moritz. 
O meia de 32 anos, que chegou do futebol turco, teve uma expectativa muito grande da torcida por ser formado pelas categorias de base, mas na realidade não mostrou aquele futebol que levou à Premier League.
Acredito que a parte física e o fator extracampo atrapalhou muito a sua passagem pela Ressacada, não tendo uma sequência de jogos capaz de demonstrar o seu real potencial, o que levou ao desligamento. 

Reunião aprova Medalha

Foto: Divulgação Avaí

Saudações azurras.

“O Conselho Deliberativo do Avaí, em reunião extraordinária na noite desta terça-feira (20), aprovou por unanimidade a outorga da Medalha de Honra ao Mérito Saul Oliveira, a maior honraria do clube, para Maria de Lourdes da Silva, CEO do clube, falecida recentemente e ao ex-presidente José Amorim, falecido em 2006, e que dirigiu o clube no biênio 1970/71. A entrega da honraria aos familiares destes dois grandes avaianos será na Sessão Solene de comemoração do 96º aniversário do Avaí, que ocorrerá no dia 30 de agosto.

Maria de Lourdes da Silva, 66 anos, que morreu em 17 de abril deste ano, será uma das homenageadas com a Medalha do Mérito Saul Oliveira. Dona Lourdes, como era conhecida, nasceu em 12 de janeiro de 1953, em Ituporanga. Tinha três filhos e quatro netos. Ex-funcionária da Eletrosul, onde se aposentou. Em 1999, indicada por Lourival Amorim, presidente do Conselho Deliberativo à época, começou a trabalhar no clube como contadora, na gestão de Fernando Bastos. Passou por todas as gestões seguintes, onde exerceu também o cargo de gerente administrativa financeira. Por último foi CEO na gestão de Francisco José Battistotti.

Foram quase 20 anos de clube, quando veio a falecer no dia 17 de abril deste ano. Era muito querida por todos os funcionários e dirigentes do clube. Avaiana de coração, sempre se dedicou ao Leão da Ilha em todos os momentos, sempre uma figura de destaque. Sua indicação para a medalha Saul Oliveira foi comemorada pela maioria dos conselheiros que a conheciam.

Outra homenagem nesta Sessão Solene do clube é José Amorim, um dos grandes nomes na história do clube. Ex-atleta do Avaí, atacante, nascido em 10 de dezembro de 1928, morreu em 25 de setembro de 2006. Natural de Biguaçu, atuou no Avaí de 1948 a 1957. Atuou ainda no Bocaiúva, Atlético, Hercílio Luz e Caxias. Foi técnico entre 1962 e 1969 e depois em 1974. Foi Campeão em 1963 como treinador.

A sua passagem pelo clube foi fantástica, pois além de jogador, foi técnico, motorista, carregador de material, roupeiro, vice-presidente (1969), presidente de 1970 e 1971, diretor de futebol em 1973 e 2º vice-presidente em 1973. A história conta que foi dele um gol em que o escanteio foi batido, a bola bateu no galho de um eucalipto e sobrou fácil em seus pés para marcar um gol contra o Bocaiúva. Sua esposa, Dona Doroti, lavava e costurava os materiais e ele ainda pagava algumas despesas.

Em época de crise, José Amorim ia atrás dos figurões avaianos da cidade, solicitando auxílio financeiro ou emprego para algum jogador. Quando presidente, gostava de ver o Adolfo Konder cheio em jogos do Avaí e mandava abrir os portões ainda no primeiro tempo, para aqueles que não tivessem dinheiro pudessem acompanhar o Avaí. Com Fernando Bastos na presidência, foi o responsável para ir ao Rio de Janeiro trazer jogadores do Flamengo, entre eles Fio Maravilha e Paulo Henrique.”

Fonte: Site Oficial do Avaí F.C.

Fora Alberto!

Foto: André Palma Ribeiro/Avaí F.C

Saudações azurras.
O Avaí chegou à uma situação muito precária no Campeonato Brasileiro da Série A. 
O futebol que o Leão apresenta a cada rodada sob o comando de Alberto Valentim é de um modelo muito burocrático que não adianta (e não adiantará) para mudar o panorama na competição nacional, um modelo que privilegia a troca de passes praticamente laterais em vez de um modelo mais vertical buscando o gol.
Não sou a favor da troca constante de técnico, mas no Avaí já deu para ver que Alberto não vai dar jeito para reverter a dramática situação que nos encontramos e ninguém da diretoria consegue enxergar o fundo  do poço que estamos indo? Gente, ainda dá tempo para reverter esse desastre e a humilhação que a torcida está passando.
Precisamos de um técnico vibrante e motivador capaz de implantar um sistema simples e objetivo que seja prático para que possa reerguer o Avaí e livrar o time de um vexame monumental. Vou dar um nome de um profissional que encaixa nesse perfil: o gaúcho Lisca, é agregador e motivador que já teve bons trabalhos no Ceará fugindo do rebaixamento por duas vezes. 
Agora não vamos ter tempo para esperar um possível milagre com Alberto Valentim, por esta razão lanço a campanha “Fora Alberto” e VENHA Lisca “Doido” para ser o técnico do Avaí JÁ!
ACORDA Diretoria enquanto há tempo!

A Outorga da Medalha em discussão

Arte: Guto Delfino

Saudações azurras.

O Presidente do Conselho Deliberativo do Avaí Futebol Clube, no uso de suas atribuições e na forma do inciso I do artigo 41, do inciso I dos artigos 90 e 91 do Estatuto, convoca os membros do Conselho Deliberativo para a Reunião Extraordinária no dia 20 do mês de agosto de 2019, às 19 horas, em primeira convocação, com a presença da maioria simples dos Conselheiros com direito a voto e, em segunda convocação, às 19 horas e 30 minutos, com qualquer número de Conselheiros presentes, em sua sede, no Estádio da Ressacada, para deliberação sobre a seguinte Ordem do Dia:

1. Leitura, análise e aprovação da Ata da Reunião Anterior;

2. Apreciação e deliberação sobre a Outorga da Medalha Saul Oliveira;

3. Assuntos Gerais;

 

Florianópolis, 16 de agosto de 2019.

 

SPYROS APÓSTOLO DIAMANTARAS
Presidente do Conselho Deliberativo

Fonte: Site Oficial do Avaí

Coluna n° 39

 

Foto: Márcio Cunha/Associação Chapecoense de Futebol

Arte: Guto Delfino

Saudações azurras. 

“Menos Uma
Olá mais uma vez amigos do Blog do Guto e do Portal da Ilha, que sempre aguardam a coluna falando dos jogos do Avaí.
O time foi até Chapecó, numa fria tarde/noite de domingo, para enfrentar a também pressionada Chapecoense, que também se encontra na “zona do desconforto” e tentarem sair da má fase.
O Leão entrou em campo com algumas mudanças, em relação ao último jogo, sendo a principal delas, a entrada de Caio Paulista, pelo lado direito de ataque.
O time foi postado para enfrentar uma Chape que partiria para o ataque e tentar os contra ataques. Mas não foi isso que aconteceu. Os donos da casa não pressionaram o Avaí. Tentaram esperar e aproveitar as situações de erro da defesa avaiana.
O Leão teve mais posse de bola durante toda a partida, principalmente no primeiro tempo, mas com pouca objetividade, já que os donos da casa estavam postados e com as linhas bem fechadas, que dificultava as infiltrações pelo meio.
Novamente os atletas da base azurra se destacaram caso do Lourenço e Caio Paulista, principalmente, que partia pra cima, mas não tinha uma chegada de alguém do meio para dar opções de tabela.
O primeiro tempo foi basicamente de muito suor e poucas oportunidades e os goleiros pouco apareceram.
Veio o segundo tempo e a esperança de um futebol mais produtivo e com mais chances de gol, no caso avaiano até mais, em função da posição na tabela. Os donos da casa também tinham que tentar mais, pela pressão do torcedor, que pedia mais jogadas de ataque e vencer um adversário do mesmo Estado.
Os dois times mostravam a falta de confiança que a situação na competição demonstrava. Um lance claro foi do Lourenço, que saiu bem da marcação, abriu espaço para o chute, mas preferiu passar a bola e o time acabou perdendo uma boa oportunidade.
A Chapecoense, ansiosa, mudou a estratégia com as alterações e começou a alçar bolas na área avaiana. Só que foi num lance fortuito, que o time do Oeste chegou ao gol da vitória. Everaldo recebeu passe pelo lado direito de ataque e avançou em velocidade, entrando na área. Betão correu junto e tentou um carrinho onde, na visão da arbitragem, não tocou na bola, e não teve dúvidas, colocou na marca da cal. Penalidade convertida pelo próprio Everaldo.
A partir daí, o Avaí se jogou ao ataque tentando empatar a peleja, deixando muitos espaços para os donos da casa ampliar o placar, mas não conseguiram. Marquinhos Silva virou atacante (parecido com o que o Cruzeiro fez dentro da Ressacada quando perdia de dois a um). Não deu certo.
Mais uma derrota nessa incrível campanha na série A. Nenhuma vitória e a conseqüente lanterna para o Leão.
Falta disposição? Não. Falta planejamento tático? Não. Falta qualidade nas definições de jogada e no penúltimo passe. São quinze rodadas e nenhuma vitória sequer. É difícil. A confiança vai embora, a pressão aumenta e todas as coisas ruins dobram de valor.
Como disse o zagueiro Marquinhos ao final do jogo: “Não temos mais o que falar. Temos que trabalhar, pois só nós podemos mudar essa situação”. É isso!
Agora novamente uma pedreira. Aliás, a série A só tem pedreira. E a solução só dentro do elenco. O que fará Alberto Valentim? Tomara que ache o quanto antes.
Um abraço a todos!

FICHA TÉCNICA

Jogo: Chapecoense 1 x 0 Avaí
Competição: Campeonato Brasileiro Série A
Data: 18/08/2019 – Hora: 19h
Estádio: Arena Condá – Local: Chapecó-SC

ÁRBITROS DA PARTIDA
Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira – FIFA-SP
Árbitro Assistente 1: Emerson Augusto de Carvalho – FIFA-SP
Árbitro Assistente 2: Anderson José de Moraes Coelho – AB-SP
Quarto Árbitro: Diego da Costa Cidral-CD-SC
Analista de Campo: Marco Antônio Martins-CBF-SC
Árbitro de Vídeo: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral – AB-SP
Assistente de Árbitro de Vídeo 1: Luiz Canetto Bellote – AB-SP
Assistente de Árbitro de Vídeo 2: Bruno Salgado Rizo – AB-SP
Observador de VAR: Ana Paula de Oliveira – CBF-BR

PÚBLICO TOTAL: 7.027
RENDA TOTAL: R$ 130.490,00

AVAÍ
Vladimir; Iury (Gegê), Betão, Marquinhos Silva e Igor; Pedro Castro, Richard Franco (Douglas) e João Paulo (Bruno Sávio); Caio, Brenner e Lourenço
TÉCNICO: Alberto Valentim
CHAPECOENSE
Tiepo; Eduardo, Gum, Marcelo Ramos e Bruno Pacheco; Márcio Araújo, Campanharo (Amaral) e Camilo (Aylon); Augusto (Renato Kaiser), Everaldo e Arthur Gomes.
TÉCNICO: Emerson Cris.”

Texto de Renatinho Pires. 

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