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2 x 0: Faltou malandragem

Saudações azurras. 
Neste domingo, o Avaí chegou a dez jogos sem vencer ao ser derrotado para o Internacional pelo placar de 2 x 0.
Considero que o Avaí jogou bem apenas em uma parte do jogo, especialmente na primeira etapa em que o time comandado pelo técnico Geninho encaixou a marcação para que o Inter não gostasse do jogo. Essa marcação encaixada com pressão na saída de bola do adversário possibilitou a chegada do time avaiano na área do adversário, mas acredito que havia um bloqueio mental nos jogadores que não arriscaram no gol do Marcelo Lomba, onde o centroavante Matheus Mathias apenas chutou uma vez com perigo.
Aspectos deste tipo precisa ser analisado pela comissão técnica e cobrados para os jogadores, até porque jogando com o Internacional no Beira-rio a precisão tem que imperar para que possa aproveitar o bom momento como foi na etapa inicial no jogo de ontem.
Já no segundo tempo, houve um predomínio do Internacional, voltou mais ligado, e aproveitou a frouxidão da marcação da equipe avaiana para garantir os três pontos.
E acredito que faltou malandragem ao Avaí nos momentos cruciais, não é demérito nenhum cutucar a arbitragem para mostrar que está sendo empurrado, aconteceu no lance com Betão no escanteio que saiu o gol colorado. E ninguém fez. 
A mesma coisa ocorreu no segundo gol colorado, é inadmissível que ninguém do Avaí fez falta tática no começo do contra-ataque que originou o gol de Edenilson e depois a torcida coloca a culpa no Geninho. É brincadeira.
Mais uma derrota do Avaí e aí, vamos acordar?

Série A – Saci x Leão

Arte: Vinícius

Fique de Olho no Apito

Arte: Guto Delfino

Árbitro: Rodrigo Nunes de Sá – RJ 
Assistente n° 1: Michael Correia – RJ 
Assistente n° 2: Silbert Faria Sisquim – RJ 
4° árbitro: Douglas Schwengber da Silva – RS 
VAR: Marcelo de Lima Henrique – RJ 
Assistente do VAR n° 1: João Batista de Arruda – RJ 

Assistente do VAR n° 2: Luiz Cláudio Regazone – RJ 

TDO #6

Arte: Guto Delfino

Saudações azurras.
O Sport Club Internacional é o assunto da Coluna deste sábado.
Conhecido como Colorado do Beira-Rio, o clube fundado em 1909 na cidade de Porto Alegre, capital do estado de Rio Grande do Sul, está na oitava colocação do Campeonato Brasileiro, com dez pontos, sendo que a campanha possui três vitórias, um empate e duas derrotas. O aproveitamento é de 55,6%.
O técnico Odair Hellmann não terá o zagueiro Rodrigo Moledo, que sofreu uma lesão muscular na coxa, e o lateral-esquerdo Iago, que está na Seleção Olímpica.
Odair montará a sua equipe no sistema 4-1-4-1 com Marcelo Lomba; Zeca, Emerson Santos, Víctor Cuesta e Uendel; Rodrigo Lindoso, Edenilson, Nonato, D’Alessandro e Nico López; Paolo Guerrero.
É um time que constitui uma trinca de volantes que marca, mas também joga com uma intensa movimentação capaz de criar espaços para fazer as suas jogadas ofensivas, Nonato e Edenilson são dois alicerces para o surgimento do jogo ofensivo, sem esquecer do jogo direto do atacante Nico López. Outro detalhe forte é o oportunismo do centroavante peruano Paolo Guerrero. 
Jogada de bola aérea é outro ponto forte do time colorado.
Como ponto fraco, destaco a lentidão da reposição defensiva, principalmente na função do primeiro volante, a ocupação deste espaço pode ser o ponto de desgaste do time colorado e perfeito para o time avaiano.

Novidade no ataque, mas e a postura?

Arte: Guto Delfino

Saudações azurras.
O comandante Geninho confirmou o time titular para o jogo contra o Internacional.
Nos treinamentos de quinta, sexta-feira e neste sábado, o treinador testou Matheus Mathias como o homem da frente no coletivo e deve ser a grande novidade para a partida deste domingo.
Com Betão de volta após cumprir suspensão, a equipe será:  Vladimir, João Paulo Lourenço, Betão, Ricardo e Igor Fernandes; Pedro Castro, Matheus Barbosa e Gegê; João Paulo, Matheus Matias e Caio Paulista.
Essa formação me preocupa muito com relação a ocupação dos espaços que vamos enfrentar amanhã, para isso seria bom colocar um volante fixo para resguardar a defesa e, além disso, colocar um meia rápido para tramar os contra-ataques.
E a postura? Acredito que não podemos nunca abdicar de atacar, mesmo enfrentando um time superior, marcar em cima é o segredo para contrariar a lógica e fazer um “crime” nos pampas.

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