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Arbitragem para Atlético-GO x Avaí

Arte: Guto Delfino

Árbitro: Leandro Bizzio Marinho – SP
Assistente nº 1: Daniel Luis Marques – SP
Assistente nº 2: Daniel Paulo Ziolli – SP
4º árbitro: Jefferson Ferreira de Moraes – GO

TDO #33

Arte: Vinicius

Saudações azurras. 
O Atlético Clube Goianense é o nosso assunto da Coluna desta terça-feira. 
O Dragão Rubro-negro está na sétima colocação do Campeonato Brasileiro da Série B, com 51 pontos conquistados, sendo que possui uma campanha de catorze vitórias, nove empates e onze derrotas. O aproveitamento é de 50%.
O técnico Wagner Lopes não pode contar com o volante Fernandes, suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Por outro lado, o atacante Júlio César retorna após cumprir suspensão automática.
Visando dar uma última esperança em busca do acesso, o treinador usará o sistema 4-2-3-1 com Kléver, Alisson, Lucas Rocha, Oliveira e Jonathan; Pedro Bambu, Rômulo e João Paulo; Júlio César, Thiago Santos e Renato Kayzer. 
É um time de muita mobilidade, o seu ponto forte está nas laterais com os pontas Júlio César e Renato Kayzer usando a velocidade para penetrar na zaga adversária. Destaco também o poder de criatividade do meia João Paulo, que comanda todas as jogadas ofensivas do Atlético. 
Por outro lado, o lado esquerdo com Jonathan é o seu ponto fraco, com falhas de posicionamento, setor que o Avaí pode aproveitar com a dobradinha Guga e Renato.

Sem o jogador do momento

Foto: Site Oficial do Avaí F.C.

Saudações azurras.
O comandante Geninho não poderá contar com o atacante Getúlio para o jogo contra o Atlético Goianense.
O camisa nº 99 recebeu o terceiro cartão amarelo no último jogo e desfalcará a equipe na partida desta terça-feira em Goiânia.
O atacante Jones deve ser o seu substituto.
Getúlio é, sem dúvidas, o jogador do momento no Avaí, cresceu muito nas mãos de Geninho, alia altura e velocidade, características que lembram muito Denilson, jogador que atuou por aqui no ano passado.
Além disso, G99 está jogando na posição de Rômulo, um dos destaques do time no meio da temporada emprestado para um time do Catar, mas que vem se destacando, adquirindo confiança de todos e com certeza fará falta neste jogo.

Coluna nº 6

Arte: Guto Delfino

Saudações azurras.

Confira a nova coluna de Renato Pires no Blog do Guto:

Mais um sábado onde o torcedor avaiano tinha um encontro marcado com o seu time. Que começo com muita chuva, pela manhã, e a medida que o horário do início da partida foi chegando, a chuva parou, e a paixão pelo Avaí foi deixando aquela sensação de ansiedade, já tradicional.

Muitos chegam cedo, fazem um churrasco nos arredores da Ressacada, com o já tradicional congraçamento entre a torcida, que vem de toda a grande Florianópolis. Talvez seja a melhor definição, na prática, do que seja não ter distinção de classe social. É muito interessante esse olhar. Mas o que interessa aqui é o futebol e o jogo. Vamos lá!

Um detalhe antes. Encontrei o dono deste blog, perto da secretaria, batemos um papo. É uma figura esse Guto. Estamos juntos, “mô quiridu”.

Todos sabiam que o jogador a ser marcado, do adversário, era o Dagoberto, que é um jogador diferenciado, falando em série B.

O jogo iniciou e, logo aos dois minutos, teve uma falta pelo lado esquerdo de ataque para o Londrina. Dagoberto não bateu tão bem, mas bola bateu e rebateu, sobrando para Leandro Almeida abrir o placar. O Avaí seguiu tentando jogar de forma organizada, até que aos onze minutos chegou ao empate. Uma jogada pela esquerda e a bola chegou até o menino Getúlio, que foi carregando a bola, abriu o espaço e fez um belo chute, empatando a peleja.

O time seguiu, tentando jogar e propor o jogo, colocando o Capa, no lado esquerdo e o Guga, no lado direito terem a prioridade. Guga abre bem e o Renato fecha pelo meio e o Getúlio faz a mesma coisa, na esquerda.

Obviamente que jogando dentro de casa, o adversário deixa a bola para que você crie, faça acontecer. É mais fácil destruir do que construir. É fato. Então o time paranaense se postou mais defensivamente e jogando só pela esquerda de ataque. Caia o Felipe Marques, Dagoberto, Thiago Ribeiro, além do Germano.

Pelo lado azurra, o time seguiu tentando jogar, com Marquinhos organizando pelo meio, Renato pela direita e Getúlio pela esquerda. A dúvida do penúltimo passe, aquele que vai deixar teu companheiro na cara do gol, apareceu novamente. Essa escolha de jogadas, dentro de casa aparece mais.

O interessante é que, mesmo assim, o Avaí chutou e acertou o gol. Só que muitos chutes no meio do gol, facilitando a defesa do goleiro londrinense.

Veio o segundo tempo e mudança no time. Luan Pereira no lugar do Marquinhos. E o time veio mais disposto a virar a partida. Sendo mais ”vertical”, acelerando o jogo, pra tentar tirar a defesa adversária da zona de conforto. Quando o time colocou a bola no chão, teve paciência para tocar as chances foram bem criadas. Depois de um determinado momento, é muito mais fácil alçar a bola na área. E os zagueiros adversários, ganharam quase todas.

Depois que o Londrina teve um jogador expulso, pelo segundo amarelo, a pressão aumentou. Teve a alteração do Getúlio pelo Jones, que muda a característica do ataque. O adversário colocou dias linhas na frente da área, dificultando a infiltração pelo meio.

E, por último, entrou, aos 39 minutos o Daniel Amorim e saindo Matheus Barbosa, que na minha opinião, poderia ter entrado um pouco antes, e tendo dois atacantes de área, fazendo com o que um dos volantes teriam que estar junto com os zagueiros, para terem a sobra, e abrindo mais espaço no meio para o chute de fora da área. Só que, em alguns momentos o Rodrigão ia para a direita.

Novamente um empate dentro de casa dá um sentimento de frustração ao torcedor, que foi em bom número (9.052 público total) e esperava uma vitória. Também jogadores, comissão técnica e diretoria ficaram.

Só que não tem muito tempo para ficar se lamentando, pois na terça já teremos mais uma rodada e mais jogo importante, contra o Atlético Goianiense, que perdeu o jogo para o Fortaleza e terá essa partida como uma última chance de acesso.

É descansar bem, ter o mesmo foco do jogo contra o Goiás e buscar uma vitória, que será um grande passo para o clube retornar a elite, em 2019.

Vamos com tudo. Falta pouco. Foco, que o objetivo está bem perto de ser alcançado.

Um abraço!”

Não alcançou o objetivo

Foto: divulgação Avaí

Saudações azurras. 

Encerrou hoje (05/11) a campanha do Avaí Token. Nos últimos 60 dias, o Avaí F.C. realizou o lançamento e captação para o primeiro ICO (oferta inicial de moedas) de um clube de futebol do mundo. O valor mínimo a ser captado pela campanha, de 8 milhões de dólares não foi alcançado. Ao final do prazo de contribuição, registrou-se a captação de 5,02 milhões de dólares, o equivalente a 18,5 milhões de reais.

O ICO do Avaí F.C. foi destaque na imprensa nacional e internacional, contribuindo de forma determinante para a expansão positiva de sua marca. Ainda, posiciona-se o Avaí F.C. no mercado esportivo como um clube inovador, alinhado com as melhores práticas de gestão. Esse posicionamento de mercado trará possibilidades de novos projetos e o Avaí F.C. está atento às novas oportunidades que surgirão a partir dessa iniciativa.

Informa-se que os investidores que fizeram o aporte serão restituídos, nos termos previstos nas regras publicadas. A equipe responsável pela campanha fará o contato com todos os investidores imediatamente via e-mail.”

Fonte: Site Oficial do Avaí F.C.

Nota do Blog do Guto: Valeu a iniciativa inovadora da diretoria do Avaí em busca de novas alternativas de angariar recursos para não depender das cotas de TV, mas ao mesmo tempo que elogio, eu também critico a forma de divulgação no período da arrecadação, faltou divulgar mais pelas redes sociais do clube, assim como na televisão, para estimular ainda mais a arrecadação.

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