Saudações azurras.
O que foi feito com o Avaí no último sábado foi absolutamente revoltante em relação à arbitragem.
A atuação da árbitra Edina Alves e a sua trupe foi muito precária, deixando levar por decisões tomadas pelo VAR sem que a sua autoridade seja respeitada é de doer, pois invalida a sua atuação moral.
O VAR utilizado no Brasil é muito diferente do que é praticado no resto do mundo, lá fora o lema é o seguinte: mínima interferência e máximo benéfico, é o que manda a boa conduta, respeitam a decisão do árbitro e só agem quando solicitado, já no Brasil…
Aqui o lema é vergonhamente invertido onde o VAR tem máxima interferência e o benefício mínimo, o problema não está na ferramenta em si, mas sim o “profissional” que opera o VAR. Este profissional não está cumprindo a sua função de auxiliar, mas querendo comandar as decisões, o que é um absurdo.
Sendo assim, o Avaí precisa marcar presença junto a CBF, cobrando mais transparência, autônoma do árbitro de campo e acima de tudo igualdade nas decisões, sem puxar para o lado TEORICAMENTE mais forte da disputa, se é que me entendem…
Avaí, abre o olho e reivindica o seu espaço!




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