Saudações azurras.
1.500 torcedores foram os verdadeiros heróis na Ressacada para assistir a medonha derrota do Avaí contra o Próspera por 0 x 1.
Para começar a falar sobre o desastre de ontem, não quero colocar a culpa na chuva torrencial que abateu sobre a região do Sul da Ilha e nem na condição precária do gramado da Ressacada, mas sim no jogo burocrático que praticou o time comandado pelo técnico Claudinei.
Inicialmente, o nosso treinador tentou mudar colocando uma equipe mais rápida com Bruno Silva, Raniele e Vinícius Leite no meio de campo e Rômulo, Paulo Baya e Copete formando o trio de ataque. O time teve volume de jogo com três chances criadas e bola na trave mesmo com gramado encharcado, só que não converte as finalizações em gols. Este é o grande pecado dessa formação, e este aspecto, queira ou não, “enche o saco” dos jogadores e principalmente da torcida.
Essa “fome ” em matar a partida gera muitos espaços no sistema defensivo e o Próspera aproveitou a única chance que teve para fazer o gol, com ajuda do atabalhoado zagueiro Alemão, que fez o gol contra para tumultuar ainda mais a situação.
A partir daí, foi um verdadeiro horror protagonizado pelo time comandado pelo técnico Claudinei, que parecia estar jogando rúgbi ao invés de futebol com lançamentos inócuos, consagrando a defesa do Próspera. Que coisa horrorosa.
O único jogador lúcido que atuou bem foi o zagueiro da base Arthur Chaves, este fez o seu feijão com arroz, fazendo uma ótima partida.
Não vou ser precipitado, mas DO JEITO QUE ESTÁ JOGANDO, o Avaí não vai a lugar algum com este futebol medíocre.
Abre o olho Júlio César Herdt, Bruno Comicholi, William Thomas e Marquinhos Santos!




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