Saudações azurras.
Com atuações muito distintas dentro do próprio jogo, o Avaí empatou com o rebaixado ABC por 1 x 1.
A irritação é o sentimento mais genuíno do torcedor avaiano nesta sexta-feira, não quis fazer o pós-jogo logo após a partida porque eu estava muito puto e ainda estou pois “acho” que a retranca se tornou habitual no cotidiano do técnico Eduardo Barroca.
Para falar sobre a partida, quero saber porque contrataram o meia Edinho? Eu indago porque chega no segundo tempo, o nosso treinador só pensa em botar zagueiros e desprestígia a formação que estava fazendo um bom jogo. Sinceramente eu não entendo!
Sobre a partida, o Avaí dominou todo o primeiro tempo, teve ao menos do que cinco chances para matar o confronto, fez o gol com Waguininho, colocou bola na trave com Felipe Bastos, estava fácil para vencer o lanterna. Agora, chega o segundo tempo…
O mínimo de pressão que o adversário fez parece que já amedronta o nosso professor, me desculpe a palavra, isso é coisa de técnico pequeno. Particularmente, considero Barroca como um ótimo treinador, pelo trabalho que ele fez na Série A e pela recuperação que ele proporcionou nesta segunda divisão, mas chega a um estágio da partida, que só quer colocar zagueiros e volante em detrimento à estratégia que estava funcionando.
O time lá atrás levou o adversário dominar as ações ofensivas, a estratégia com três zagueiros simplesmente não funciona com este time e Barroca insiste em utilizar. A única substituição que deu certo foi a entrada do meia Andrey, jogador diferenciado que oferece o chute de fora da área e ontem quase nos deu a vitória.
A estratégia da retranca nos levou novamente ao empate e oferece todos os palavrões possíveis ao torcedor avaiano, que está de saco cheio da retranca.
Ah vai…



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