
Fotos: Marcos Delfino
Saudações azurras.
Com um público de 5.600 torcedores, o Avaí venceu de virada o lanterna América Mineiro por 2 x 1 na noite desta terça-feira.
Foi um jogo para um autêntico “Esse Avaí faz côsa”. Por quê? É simples, não jogamos absolutamente nada, parecia uma partida entre um time que se conheceu ontem (Avaí) contra uma equipe que já se conhecia há muito tempo, o América Mineiro, de tanta superioridade tática que o adversário proporcionou dentro de campo.
Falando sobre o Avaí, ninguém jogou bem. Sinceramente se o América fosse um time mais qualificado, poderia ter ganho na Ressacada. Tanto que o Coelho nos colocou na roda no primeiro tempo e abriu o placar com méritos, em razão da superioridade na posse de bola.
Neste momento, acredito que o treinador Allan Aal demorou para mexer. Para mim, era jogo para colocar um centroavante com o objetivo de prender os zagueiros e fazer três atacantes para abafar o ímpeto do adversário. Se tem só Léo Gamalho, coloca no meio dos zagueiros para prender a atenção e recua Daniel Penha para a sua posição.
No segundo tempo, apresentamos um futebol mais próximo do mediano, não um bom futebol. Mediano porque diminuímos os erros básicos e mesmo com esse nível de atuação, conseguimos a virada com gols de Daniel Penha e Thayllon, quase nos acréscimos.
Vitória fantástica para encostar no Londrina, primeiro fora de rebaixamento, mas a verdade é que não jogamos nada e ainda vencemos.
Foi um autêntico “Esse Avaí faz côsa”, hein? Quase me mata do coração!
Fotos: Marcos Delfino.






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